Festas em Honra de Nossa Senhora da Porta

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Decorreram no último fim de semana as Festas em Honra de Nossa Senhora da Porta. Festas que encerram as festividades de verão que ocorrem um pouco por todo o Alto Minho. Este ano o programa integrou algumas novidades, como o Grupo do Xico Malheiro que nos presenteou com muita e boa música popular, deliciando todos os presentes no fim da tarde de sábado, dia 19 de setembro. A entrega da Chave da Igreja à Mordomia, para a realização das Festas, a devoção dos romeirinhos, as rusgas e as concertinas que ao longo da noite animaram as Festas, mantiveram a tradição.

No domingo, dia 20 de setembro, continuou a feira da doçaria tradicional e do artesanato,  tendo durante a tarde entrado no adro o Grupo Folclórico Estrela do Norte de Gondoriz que nos trouxe um belíssimo espetáculo. Para além dos belos cantares e das belíssimas danças, recriou a devoção popular através da vinda à festa, trazendo oferendas para a arrematação. Foi um momento de enorme beleza e significado que teve sequência na arrematação das ofertas efetuadas à Nossa Senhora da Porta. Ao fim da tarde seguiu-se a cerimónia da bênção das uvas, agradecendo as colheitas e iniciou-se, de seguida, a Missa em Honra de Nossa Senhora da Porta, presidida pelo Capelão da Instituição.

No âmbito das Festas é digno de registo a hora de janta, no sábado à noite, juntando famílias e amigos nas ruas circundantes da Igreja da Misericórdia. Igualmente, o torneio de Rugby que o CRAV realiza no âmbito das Festas, possibilita associar uma das mais prestigiadas Instituições Arcuenses às Festas de Nossa Senhora da Porta. Este ano tivemos a presença do Clube de Rugby de Vigo que disputou o Torneio de Veteranos que ocorre anualmente na Romaria. A tradição, nestas Festas genuínas, manteve-se, dando especial relevo à cultura arcuense, exaltando as suas gentes e os seus costumes, na sua religiosidade e nas suas tradições.

 A Mordomia realizou umas belíssimas festividades, honrando a Irmandade da Misericórdia.

A Nova UCC da Misericórdia

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A Unidade de Cuidados Paliativos da Misericórdia de Arcos de Valdevez encontra-se concluída. A entrega do equipamento que incluiu, o mobiliário para os quartos e o material clínico necessário ao funcionamento da Unidade, orçou em cerca de 70.000€. O último passo é a constituição da Equipa Técnica que obrigatoriamente tem de possuir especialização em cuidados paliativos, integrando médicos, enfermeiros e auxiliares de saúde, para se formalizar o pedido de vistoria e feitura do acordo, o qual já se encontra autorizado pela tutela, para o funcionamento da Unidade de Cuidados Paliativos, integrada no Serviço Nacional de Saúde, como acontece com as restantes três Unidades de Cuidados Continuados num total de 92 camas que a Misericórdia possui.

Mais uma meta que estamos prestes a concluir, com muito esforço, resiliência e dedicação. A Misericórdia exerce uma função social relevante em áreas sociais e de saúde focada em servir melhor a comunidade numa perspetiva de proximidade. A Unidade de Cuidados Paliativos será a primeira numa Instituição como a Misericórdia, criando uma resposta de elevado valor para as famílias do nosso concelho. Uma palavra de reconhecimento para todos os que sempre acreditaram e apoiaram a Misericórdia, no seu trabalho e na sua capacidade de realização para servir toda a comunidade arcuense.

A Misericórdia de Arcos de Valdevez

Obras avançam na Unidade de Convalescença

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As obras de ampliação da Unidade de Convalescença da Misericórdia de Arcos de Valdevez, no Vilagerações, estão a decorrer a bom ritmo. Um investimento de aproximadamente meio milhão de euros vai criar mais seis quartos com 12 camas, aumentando a capacidade da Unidade para quarenta e três camas. Esta intervenção é apoiada pelas verbas do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), sendo a componente nacional da intervenção assumida pela Misericórdia.

É um esforço significativo da Instituição visando disponibilizar no concelho, aos arcuenses, serviços de saúde que teriam de procurar noutras localidades. Infelizmente, este tipo de opções e intervenções que são dirigidas às necessidades de todos só são compreendidas quando a necessidade bate à porta, é pena, mas é assim. Um bom exemplo deste tipo de postura é a Unidade de Cuidados Paliativos que a Misericórdia construiu, aguarda apenas a instalação do mobiliário, sendo uma das primeiras unidades género em instituições que não o Serviço Nacional de Saúde, investimento suportado totalmente pela Instituição, tendo obtido apenas apoio do PRR para o equipamento.

Com certeza que vamos ouvir falar muito bem destes equipamentos quando precisarmos deles, mas até esse momento paira uma certa indiferença e esquecimento. Na verdade, tudo na vida é importante, contudo as prioridades que escolhemos definem muito de cada um de nós e da comunidade onde vivemos. Espero que tenhamos a capacidade de discernir o que verdadeiramente é prioritário numa visão de uma sociedade que desejamos próspera, inclusiva e solidária.

Santa Casa da Misericórdia

de Arcos de Valdevez

Complexo Vilagerações

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