Realizou-se entre os dias 2 e 9 de junho a quarta edição da Semana Aberta da Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez. A abertura do evento ocorreu com a Investidura de novos Irmãos, na Igreja da Misericórdia numa cerimónia presidida pelo bispo da Diocese, D. Anacleto Oliveira.
No dia 4 de junho, no auditório do Hospital de S. José, iniciou-se um ciclo de três dias de conferências subordinadas a diferentes temas. No dia 4 de junho, além, da apresentação da sexta edição da revista Caminhos, abordou-se a temática "Cartas de Emigração: Uma perspectiva sobre mobilidade". A comunicação foi da responsabilidade do Dr. João Fernandes da Universidade do Minho e do Dr. Henrique Rodrigues, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. No dia seguinte, os trabalhos continuaram com a temática "Cuidados de Saúde de Proximidade - O papel das Misericórdias" da responsabilidade do Dr. António Teixeira, da Asssociação Nacional de Farmácias, e Dr. Franklim Ramos, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho. O ciclo terminou no dia 6 de junho com o tema "O social e a saúde - que caminhos?" com a presença do Presidente da União das Misericórdias, Dr. Manuel Lemos, o Provedor da Santa Casa de Moura, Dr. Caldas de Almeida e a Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Marco de Canaveses, Prof.ª Dr.ª Amélia Ferreira.
No dia 7 de junho, o serão foi dedicado à Festa da Misericórdia dinamizada por colaboradores da Instituição e, no sábado de manhã, os colaboradores que puderam fizeram a caminhada pela Ecovia de Sistelo a Vilela assinalando assim o dia dedicado ao colaborador..
O término da semana ocorreu no domingo com o almoço solidário realizado na Quinta de Parada cujo dinheiro angariado reverteu a favor da recuperação do órgão da Igreja da Misericórdia.
As atividades que ocorreram na Semana Aberta responderam aos objetivos de aproximar as pessoas da Instituição, assim como possibilitou uma reflexão sobre a ação no seio da comunidade arcuense. Este desafio foi partilhado por todos aqueles que continuam a ver a Santa Casa como um património de âmbito Social que não deve ser perdido, mas sim fortalecido, rejuvenescido e atento às grandes questões dos nossos dias continuando assim atual.


















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